quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Somos 107


   Apesar de não aparecer nenhuma foto nova na lista de "amigos dos amigos", somos agora 107. Até pude entender, quem entrou foi o último da lista dos "sem foto", que é o(a) MM. Se eu estiver certo, seja bem vindo(a) MM. Se eu estiver errado, que seja bem vindo quem veio... e chegou. Rsss.
    Pode espiar, criticar e lançar ideias próprias. Afinal, o espaço é nosso. 
    Grande abraço!

Roberto Frejat


   Hoje pela manhã, assisti a uma entrevista com o Frejat, no canal BIS. Aliás, muito mais do que uma simples entrevista, pois havia apresentações de músicas também. 
   Ele falou sobre um monte de coisas ligadas à música, mas uma espécie de fio condutor era a figura do "guitar hero". Diversos nomes foram citados ao longo da entrevista, com uma interessante análise sua dos estilos particulares de cada um deles. 
   Uma questão que ele abordou foi a da velocidade de tocar. Parênteses aqui: eu sou super-fã do Eric Clapton, que tem o apelido de "slow hand". Fecho os parênteses, e continuo com o Frejat. Ele disse que não dá tanta importância a este fator, mas que os americanos ligam muito para a "rapidez no gatilho" - como ele brincou. Aí, para reforçar sua ideia, contou que, certa vez, o "Ezequiel" - devia estar se referindo ao jornalista e produtor musical Ezequiel Neves - escreveu que, se velocidade fosse tão importante assim, os melhores pianistas seriam os datilógrafos. 
   Como a entrevista foi dada com o Frejat segurando uma guitarra, toda vez que ele afirmava algo sobre música, mostrava no instrumento. Foi uma aula completa. Excelente!

Salvaram minha picanha!


   Eu sou fanático por churrasco. E, nele, fico babando por um bom pedaço de picanha, com aquela gordurinha amarela - é bem verdade que tiro o excesso quando vou comer, mas sempre deixo um pouquinho para dar sabor. Junto com o prazer, sempre vinha uma culpa por estar indo de encontro ao ideal de boa saúde ao ingerir aquela "gordureba". Isso até hoje... porque li que "novas pesquisas mostram que gordura saturada não faz mal à saúde".
   Quem, como eu, precisa de um "apoio" científico para poder curtir este prazer, aí vai o link da matéria:

Rui Veloso


   Fiquei tão satisfeito, hoje, em saber que há o show acústico inteiro do Rui Veloso no YouTube. Quem quiser assistir, o link é:
     Ainda tem "Jura" tocada ao piano, pelo próprio Rui Veloso.
    É imperdível! Vale a pena conferir.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

"Liberdade de expressão, mas sem ofender"


  A frase que dá título ao post é do papa Francisco. O problema é que o conceito de "ofensa" é subjetivo. A mim, por exemplo, não ofende nada dizer que Jesus foi casado, e teve filhos, com Maria Magdalena; nem fazer uma ilustração do profeta Maomé; nem ao menos dizer que o mundo não veio da divindade grega Chaos, e sim do Big Bang. Agora, dizer que o Fluminense deveria ter jogado a segunda divisão do Campeonato Brasileiro de 2014, isso ofende muito!
   Vou logo avisando ao Charlie Hebdo que se ele fizer uma charge do Fluzão jogando a segunda divisão, eu vou perder a cabeça...  e pedir a censura dos desenhos. Rsss.

Avi Tuschman


   Na mesma revista Veja da semana passada, naquelas páginas amarelas que registram sempre uma entrevista, o antropólogo americano Avi Tuschman - E isso lá é nome de americano, gente?!?!? - afirma que "a carga genética de uma pessoa influencia suas escolhas políticas tanto quanto as informações que ela recebe ao longo da vida".
   A entrevista é bem interessante. Tuschman analisou pesquisas de áreas como a Psicologia, a neurociência e a antropologia para entender quais "fatores não racionais" motivariam escolhas políticas.
   Para quem é spinozano, não causa tanta estranheza assim a afirmação de Tuschman. Aliás, para quem é freudiano, também não. Rsss. O fato é que, mesmo sem apelar à genética, Spinoza já anteviu que existe uma diversidade de "fatores não racionais" que motivam nossas escolhas, e não só políticas, mas em todas as áreas de nossa vida. Mas esse "não racional" não implica, em Spinoza, dizer que eles são "irracionais", mas tão somente que eles não fazem parte do que o holandês indica fazer parte dos "ditames da razão". De um modo geral, esses fatores seriam os "afetos passivos", que nos submetem a algo, sem que aquilo seja realmente conforme nossa natureza - muito mais do que conforme a uma racionalidade instrumental, como pensam alguns.
   Depois, falo mais um pouco sobre as análise do antropólogo Avi Tuschman.

Pierre Bayle


   Apesar das diversas referências feitas pelo professor Danilo Marcondes em minhas aulas do mestrado, nunca tive curiosidade de estudar o filósofo francês Pierre Bayle (1647-1706). Nem ao menos o famoso verbete "Spinoza", no Dicionário histórico e crítico, eu li completamente. Que confissão problemática esta, hein! Rsss.
   Duvido um pouco do que li na revista Veja da semana passada sobre ele, mas, vamos ao que está escrito como sendo a ideia de um protestante, como era Bayle: "ele propôs a tese de que toda religião é irracional e absurda. Portanto, tanto melhores serão os negócios dos homens no governo, na ciência e na filosofia quanto mais compostos de ateus forem seus quadros".
   Seria mesmo essa uma tese de Bayle? Vamos conferir? Quem souber, levante a mão. Rsss