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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Time sem vergonha! (3)


    Eu nem vou dizer que já sabia, afinal isso é muito óbvio. Mas o fato é que o desastre realmente já estava previsto. O curioso é que, a cada partida, ouvíamos a Comissão Técnica da seleção brasileira dizer que o time estava evoluindo. Eu, sinceramente, não entendo baseado em que isso era dito.
   É claro que a falta do Neymar atrapalhou... nem sei se o futebol da seleção, mas, pelo menos, o aspecto psicológico dos caras. Falo que nem sei se o futebol, porque, afinal, no jogo do Chile, o Neymar não jogou absolutamente nada. 
    O susto que tivemos com a Alemanha só não ocorreu antes porque os times que enfrentamos não eram tão fortes. O único jogo decente da "seleção" foi aquele em que o Neymar se machucou. E isso não quer dizer que houve uma evolução - como dizem os jogadores e a Comissão Técnica -, mas simplesmente porque pegamos um time que joga aberto e que dá espaço para jogar também.
    A minha sorte é que, desde o jogo passado, fiquei em frente a televisão sem estresse. Assisti aos jogos tranquilo. Neste último, então, diante da franca diferença de forças entre os dois times, nem deu para ficar nervoso.    
    Eu diria que, na verdade, fomos muito longe.
    Vejamos o que acontece com Argentina, Holanda... e a Alemanha, daqui para frente. Eu aposto na Alemanha, mas torço pela Holanda - terra do nosso querido Spinoza. Rssss.

domingo, 22 de junho de 2014

Niterói e a Copa do Mundo


   Não sou niteroiense de nascimento, apenas de coração. Mas gosto muito da cidade. E sempre que alguém fala de Niterói presto atenção. Hoje, li uma história bem interessante, que vincula o município à Copa... embora não esta, de 2014, e sim àquela de 1950.
    Lá vai um trecho da matéria publicada em O Globo:
   "Se hoje ela [a bola] é fabricada pela gigante multinacional Adidas, submetida a inúmeros testes e até analisada por pesquisadores da Nasa, na primeira edição da Copa no Brasil, em 1950, ela era confeccionada por uma empresa brasileira que tem hoje em Niterói a sua loja remanescente: a Superball.
     Apesar de toda a tecnologia usada no desenvolvimento da Brazuca, atual bola da Copa, há quem diga que a Superball Duplo T, da Copa de 50, é que era a verdadeira revolucionária. E foi por isso que a Fifa a escolheu e, mais ainda, lhe deu exclusividade até então inédita. Foi a primeira Copa em que passou a ser usado apenas um modelo de bola para todos os jogos".
    O texto explica que a maioria das bolas, até então, tinha costura externa. No Rio, a única que contava com costura interna, sendo, por isso mesmo, mais "equilibrada", era justamente a Superball Duplo T. 
    Bem, e o que Niterói tem a ver com isso? Como o texto que eu já citei lá no começo diz, a  empresa Superball, que produziu a primeira bola da história que passou a ser única para todos os jogos da Copa, atualmente foi reduzida apenas a uma loja de material esportivo, justamente em Niterói.
    Um pouco de "bairrismo" e de história do futebol, nessa época de Copa do Mundo.