sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Ainda no mesmo festival...


   ... temos a doce guitarra de Lee Ritenour e o fantástico teclado de Dave Grusin.
   Muito show...!!!!
    Nesse vídeo há uma coisa que, para mim, é uma novidade extrema: um baixo de sete cordas. Além do usual, com quatro, já vi de cinco e, no máximo, de seis cordas. Mas de sete?!?!? Aí, só o violão do Dino Sete Cordas. Rssss

Spyro Gyra


   Quem curte Jazz Fusion vai ficar louco com a apresentação da banda americana Spyro Gyra no Java Jazz Festival de 2013. O vídeo está disponível no You Tube.
   É imperdível! Lá vai o link: https://www.youtube.com/watch?v=qLu_FOa1S_c
   Só para lembrar que a banda é de meados dos anos 1970... e o show em questão é de 2013!!!!! 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Mês de comemorações múltiplas


   Novembro chegou... e, com ele, os dias:
   
   - 17 : Dia Mundial da Filosofia (terceira quinta-feira do mês);
   - 19 : aniversário deste blog (Oito aninhos, hein!)
   - 21 : meu aniversário; e
   - 24 : aniversário do nosso querido Baruch Spinoza.

   Haja cerveja para comemorar. Rsss

Liberal, Libertário e Neoliberal (2)


    Prosseguindo...
   Se imaginarmos que o liberal, em seu sentido clássico, quer um Estado mínimo, não descartamos desta linha um "liberal igualitário", como John Rawls, por exemplo, que admite uma certa ingerência estatal a fim de garantir direitos sociais considerados essenciais. É lógico que, neste caso, o "Estado Mínimo" já não será tão mínimo assim. 
   Antes de falar do "libertário", façamos uma pequena digressão em relação ao termo "liberal".
   Na Europa, "liberal" tem mais a conotação positiva de alguém preocupado com as liberdades individuais, enquanto nos EUA há uma visão negativa em relação ao termo, como se este representasse alguém que tem menos cuidado com o dinheiro dos impostos ao dar-lhe um destino mais social que retributivo, ou seja, define alguém que preza mais o aspecto social que o individual.
   Dito isto, podemos passar ao "libertário" como uma definição que leva em conta uma oposição ao "liberal" neste sentido "americano" do termo. Se o liberal aceita a aplicação social dos tributos, o libertário a rejeita.
   Assim define Will Kymlicka o "libertarismo", em Filosofia política contemporânea:
   "Os libertários defendem as liberdades do mercado e exigem limitações ao uso do Estado para a política social. Portanto, eles se opõem ao uso de esquemas de tributação redistributiva para implementar uma teoria liberal de igualdade. [...] Portanto, não há nenhuma educação pública, nenhuma assistência médica pública, transporte, estradas nem parques. Todos eles envolvem a tributação coerciva de algumas pessoas contra a sua vontade [...] [e] a única tributação legítima é a que se destina a levantar receitas para manter as instituições de fundo necessárias para proteger o sistema de livre troca - por exemplo, o sistema de polícia e o de justiça [...]"
    Só falta o "neoliberal"... 

Não-eleitor (2)


   Voltando à questão dos não-eleitores, trago dados específicos para pensarmos. 
   Em Niterói, cidade próxima à capital do Estado do Rio de Janeiro, e que já foi capital no passado, as eleições de 2004 e 2008 contaram com 22% de abstenções, votos nulos e votos brancos. Já em 2012, esse número subiu para 34%, e, agora em 2016, nova subida para 40%.
   Em relação a estas duas últimas eleições, há uma curiosidade maior. O número de abstenções quase foi o mesmo nas duas eleições - 82.749, agora, e 82.779, em 2012. Como a base de eleitores caiu, de 382 mil para 370 mil, percentualmente houve um aumento nas abstenções, embora nominalmente elas tenham caído. Mas o dado mais interessante é o aumento, até nominal, dos nulos e brancos - de 48 mil, em 2012, para 65 mil, agora em 2016. Ou seja, aumentou em aproximadamente 35% o número de pessoas que só foram às urnas para dizer que não queriam nenhum dos dois candidatos à Prefeitura no segundo turno.
   Tá aí... esse me parece um modo mais cidadão de indicar o descontentamento: ir e dizer "Não voto em nenhuma das opções!". Em termos práticos, nenhum dos três (o das abstenções, dos nulos e dos brancos) é eleitor e alguém segue sendo escolhido para o cargo, mas simbolicamente me parece muito mais representativo cumprir o direito/dever de ir ao local de votação e registrar "por escrito" seu descontentamento.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Não-eleitor


   No Brasil todo, aproximadamente um terço dos eleitores não votou em ninguém. Ou eles não foram nem votar; ou votaram em branco; ou anularam seu voto. É muita coisa!!!
   No Rio, por exemplo, o candidato "Abstenção-nulo-branco" venceu a disputa; deixando Crivella e Freixo logo abaixo. Como a legislação brasileira ainda não reconhece a "subjetividade" do primeiro colocado, ele não poderá assumir seu mandato. Resta-nos empossar o senhor Marcelo Crivella - tecnicamente, o segundo colocado. Rssss
   Apesar de, em termos práticos, essa não-votação não significar nada, visto que alguém, por menor que seja o número de seus votos, acaba chegando ao poder, resta a discussão sobre a insatisfação patente do eleitorado com os candidatos apresentados... ou, quiçá, com a classe política como um todo. 

"O assassinato de Trótski"


   A Folha de S. Paulo publicou uma série de livretos biográficos contendo filmes produzidos sobre o biografado. Um destes livretos conta a história de Leon Trótski... ou melhor Lev Davidovitch Bronstein (1879-1940).
   O livreto é em papel de boa qualidade e narra a história completa de Trótski, desde o seu nascimento; passando por sua aproximação das ideias de Marx e Engels; por seu desterro antes da Revolução de 1917; por seus casamentos; por suas divergências com Stálin; até o período em que se exila no México - a convite dos pintores Diego Rivera e Frida Kahlo -, que culmina com seu assassinato.
   O filme, de 1972, porém, trata especificamente deste último período vivido por Trótski, sendo estrelado por um time poderoso: Richard Burton, Alain Delon e Romy Schneider... entre outros.
   Vale a pena assistir...