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quinta-feira, 7 de março de 2019

Session ou Saison


   O título do post diz respeito a cervejas. Embora os nomes sejam parecidos, designam dois tipos bem distintos.
   Juliana Simon, do site "Siga o copo" explica que a Session IPA é uma cerveja com menor teor alcoólico, mas com aquele amargor característico da IPA tradicional.
   (Ver https://sigaocopo.blogosfera.uol.com.br/2017/11/08/session-ipa-e-aposta-para-quem-procura-cerveja-leve-mas-nada-sem-graca/ )
   O blog "Bebida Express" explica que o estilo "Saison" surgiu na Bélgica. Seu nome tem a ver com a fabricação ser sazonal, sendo produzida quando as temperaturas subiam na região de origem. Também é uma cerveja do tipo Ale. O sabor é frutado, com amargor moderado. 
   ( Ver http://www.bebidaexpressblog.com.br/cerveja/conheca-mais-sobre-a-cerveja-do-estilo-saison-ou-farmhouse-ale )


   







quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Cervejas "comerciais"


   Os que gostam das cervejas "comerciais" - aquelas que incluem o milho - normalmente falam que apreciam só as do tipo pilsen. Mas... há que registrar que pilsen é um tipo de cerveja que pertence à família Lager (a outra família é a Ale), mas também seria "puro malte". 
   As cervejas "comerciais" com que estamos acostumados são, na verdade, do tipo "Standard American Lager".
"Cervejas do estilo American Lager são leves em cor e corpo, têm baixo amargor e costumam ser neutras, refrescantes e bem carbonatadas. O sabor é sutil (ou seja, nenhum ingrediente pode dominar os demais). Há um dulçor residual de malte e adjuntos e outras fontes de açúcar podem ser utilizadas."

Puro malte é necessariamente melhor?!?!


   Até alguns anos atrás, o brasileiro bebia só Antarctica, Brahma, Skol, Itaipava... e algumas populares menos conhecidas. De uns tempos para cá, cervejas mais elaboradas - primeiro importadas, depois produzidas artesanalmente por aqui - passaram a encher nossos copos. 
   Uma questão que surgiu logo foi a da pureza. Ficamos sabendo que nossas cervejas "comerciais" eram produzidas com milho e arroz - os chamados "cereais não maltados" -, em vez de somente malte, ou cevada maltada. Logo surgiu a ideia da superioridade das cervejas "puro malte"... endossada pelos "beerchatos". Mas será que isso é necessariamente verdadeiro?
   O mestre cervejeiro da Ambev há quatorze anos, Luciano Horn, explica que "o milho entra na receita para acrescentar leveza e refrescância".
    Acrescentando mais uma informação: a Wäls, cervejaria artesanal mineira, produziu uma India Pale Ale com xarope de milho, batizada Hopcorn IPA, a qual foi medalhista na Copa do Mundo das cervejas de 2017.
   Uma pergunta surge naturalmente: é o milho que "estraga" as cervejas "comerciais"?
   Depois deste último comentário sobre a Hopcorn IPA, acho que não podemos responder culpabilizando o pobre do milho. Talvez, seja uma combinação perversa - para o milho -, que inclui a qualidade dos outros componentes ou, até mesmo, um uso excessivo - e abusivo - da quantidade deste cereal.
  Portanto, não há que dizer que as puro malte são NECESSARIAMENTE melhores... afinal, mesmo os cervejeiros "antimilho" gostam de misturas, como as Witbier (com coentro e limão, por exemplo), as Weiss (de trigo) ou aquelas com aveia, etc.
   

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Tulipa... ou não?


    É usual, nos bares aqui do Rio de Janeiro, pedirmos uma caneca ou uma "tulipa" de chopp. Mas, no caso de escolhermos a última, estaremos pedindo a coisa certa? Acho que não...
 Consultando o Blog do Cervejeiro Virtual (https://blogcervejariavirtual.com/), obteremos as seguintes imagens:
   Copo 1Copo 2Copo 6
  
   A tulipa verdadeira é a última à direita, embora aquela a que estejamos acostumados a chamar por este nome seja a do meio.
   Vejamos as explicações do blog, referentes às imagens, da esquerda para a direita.

  Copo Pilsner: este copo é destinado para as cervejas Pilsen, já que possibilita uma boa formação de espuma e direciona o aroma do lúpulo para o nariz. 
  Copo Lager (chope): é o copo mais utilizado no Brasil, indicado para as cervejas do tipo Lager ou chopes. Ao contrário do que muitos pensam, este copo não é o mesmo utilizado para cervejas Pilsen.
   Tulipa: recomendado para cervejas com espuma densa, como a Duvel e outras Strong Ales belgas, já que também permite uma boa expansão do creme.

   Eu irei continuar pedindo uma "tulipa" de chopp no bar, mas... vale a pena saber qual é o correto.

sábado, 8 de dezembro de 2018

American IPA e APA


   Outro dia, estava bebendo uma cerveja que continha, no rótulo, a informação de que se tratava de uma American IPA. Abri, esperando toda aquela força de uma IPA (India Pale Ale) e... apreciei como uma APA (American Pale Ale). Pensei: Será que uma "American IPA" é algo entre uma IPA e uma APA?
   Para que serve o Google? Fui lá e encontrei a explicação no site "Blog Cervejaria Virtual". Descobri que, na verdade, o tipo de cerveja que eu chamo de APA, tem sido preferencialmente chamado de American IPA, agora, diferenciando-a da IPA tradicional, que é a English IPA.
   Para quem gosta de História, lá vai mais uma, narrada no site:

"O estilo India Pale Ale (IPA) nasceu durante a colonização inglesa na Índia, por volta da década de 1780. A viagem entre metrópole e colônia chegava a durar mais de 6 meses, e era muito comum que as cervejas chegassem ao seu destino deterioradas e impróprias para consumo. Foi aí que tiveram a ideia de fazer uma cerveja mais encorpada e com bastante lúpulo, que pudesse ser conservada por mais tempo.
A IPA caiu no gosto dos ingleses da época, tornando-se posteriormente um dos estilos mais apreciados pelos amantes de cerveja. Com o passar dos anos, diversas variações da receita original surgiram ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, na década de 80, muitas cervejarias artesanais resolveram criar uma nova versão dessa cerveja inglesa utilizando lúpulos americanos, a qual conhecemos hoje como American IPA.
A English IPA apresenta um alto amargor, mas ao mesmo tempo é suave na boca, com um final amargo e lupulado. A American IPA tem um perfil mais lupulado em comparação com as inglesas, que apresentam um sabor mais clássico. A principal diferença entre elas é a origem dos lúpulos: enquanto os lúpulos ingleses conferem características mais florais, picantes e terrosas às cervejas, os lúpulos americanos oferecem um sabor que lembra frutas tropicais".

   

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Lúpulos brasileiros


   Boa notícia... para o futuro, de acordo com artigo da jornalista Sônia Apolinário, publicado no Jornal do Brasil.
   No último dia 21 de março, cinco variedades de lúpulos produzidos no Brasil foram registradas junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por produtores do Paraná. Ou seja, agora o Brasil possui oficialmente lúpulos nacionais. São os lúpulos do tipo Cascade, Centennial, Fuggle, Hallertauer Magnum e Northen Brewer, a partir de plantas importadas.
   Além disso, em São Bento do Sapucaí (SP), um produtor tenta registrar uma nova variedade de lúpulo, que está sendo considerado 100% nacional, batizado de "Mantiqueira".
   Como bem observou a jornalista, além da economia com as importações e a valorização das cervejas nacionais, a produção ampliará o mercado de trabalho daqueles envolvidos na agroindústria.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Filosofia e cerveja


   Eu sempre achei que Filosofia e cerveja combinam muito bem. Parece que o professor de Filosofia do Long Beach City College pensa o mesmo. Tanto é que escreveu o livro Filosofia de botequim, publicado pela Editora Alaúde, aqui no Brasil.

   O livro começa apresentando 48 cervejas que serão "harmonizadas" com questões filosóficas. Há cervejas e questões para todos os gostos - artesanais e comerciais; claras e escuras (as cervejas) e metafísica, moral, epistemologia... (as questões).
   O final do prefácio é assim:
   "Com a cerveja e o livro em mãos, você está pronto para começar. Mas lembre-se: Beba com moderação. Pense em excesso". Boa!!!! Rsss.
   Depois, conto mais...

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Cerveja (2)


   O norte-americano Tim Kliegl correu 3.138 km ao longo de todo o ano de 2016 por conta de um desafio feito no aniversário de 2015. Ele se propôs a correr 1,6 km por dia.
   E o que isso tem a ver com "cerveja", que consta no título do post?
   Respondo. Após cada corrida, fazia parte da proposta beber uma cerveja diferente - só para reidratar. Rsss. Não é que nosso amigo conseguiu beber 366 cervejas diferentes? E mais... em vez de 1,6 km, ele ficou com uma média diária de mais de 8,5 km. Caracas!!!
   Eu treino 8,5 km duas, no máximo três, vezes por semana. Acho que está faltando o prêmio da cerveja ao final, para dar uma forcinha. Rsss

Cerveja


   Hoje, dia 04 de agosto, é o Dia Internacional da Cerveja. A data é móvel, sendo comemorada na primeira sexta-feira do mês de agosto.
   Segundo a Wikipedia, a ideia da data comemorativa surgiu em 2007, na Califórnia.
   São três os propósitos:
   
   1. estar com amigos para saborear a bebida;
   2. celebrar aqueles que fabricam e os que a servem; e
   3. ter o sentido de união mundial com outros comentadores, com cervejas de todas as nações e culturas.

   Vamos respeitar a data e sair do trabalho para comemorar!